«Com criaturas e cenários perfeitos de se englobar no mundo mágico de um Tim Burton, numa história sinistra para um público juvenil e jovem-adulto, Sangue Ruim é uma leitura leve mas que sabe como deixar a sua impressão naqueles que, como eu, são mais sensíveis ao género. Uma aposta interessante, da já tão singular Contraponto.»
Pedacinho Literário
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Eis o primeiro trailer!
Já se pode ver o trailer da série de TV da Conspiração 365 que estreia na Austrália em Janeiro. Por cá só podemos torcer que passe num dos canais por cabo como o AXN, a FOX ou a Sony.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Antevisão - 1º trimestre 2012
Já em janeiro de 2012, a Contraponto iniciará o ano com Eterna Saudade, de Lia Habel, em que dos escombros de uma cataclísmica Idade do Gelo, surge uma nova sociedade construída com base nos costumes e na moral vitoriana. Nora Dearly, uma jovem da alta sociedade neovitoriana, conhece Bram Griswold, um atraente soldado, corajoso, nobre… e morto, que apesar disso conserva a sua inteligência e todas as partes do seu corpo graças à sorte e à ciência moderna. E quando o vínculo de confiança entre eles se transforma em ternura, não há como voltar atrás. Eles sabem que a separação é inevitável, mas até lá, batendo ou não, os seus corações terão o que desejam. Outros destaques vão para o 3º volume da série Frankenstein de Dean Koontz em fevereiro, Morto e Vivo, e no terceiro mês do ano, Eu Não Sou Um Serial Killer, de Dan Wells, sobre John Cleaver, um sociopata de 15 anos que trabalha numa casa funerária, sonha com a morte e acha que pode vir a torna-se um serial killer; e Sangue Quente, de Isaac Marion, cuja adaptação ao cinema estreará nos EUA, em Agosto de 2012.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
«O Longo Inverno» - Melhor Romance Juvenil do Ano 2011
Depois da revista americana Kirkus Review, a revista francesa Lire nomeia O Longo Inverno como o melhor livro de 2011 para jovens adultos.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Dois livros da Contraponto na lista de melhores do ano
A revista LER anuncia na edição deste mês de dezembro a lista dos melhores do ano.
Entre as distinções para o TOP 10 2011 de livros infanto-juvenis encontram-se dois editados pela Contraponto: Contos dos Subúrbios, de Shaun Tan, e A Evolução de Calpurnia Tate, de Jacqueline Kelly.
Entre as distinções para o TOP 10 2011 de livros infanto-juvenis encontram-se dois editados pela Contraponto: Contos dos Subúrbios, de Shaun Tan, e A Evolução de Calpurnia Tate, de Jacqueline Kelly.
Crítica de Leitor: «Sangue Ruim»
«Numa divisão secreta de uma casa abandonada, há um jogo que nunca foi concluído. E, quando uma família conflituosa chega à casa, com o objectivo de passar umas férias em família (por mais complicadas que sejam as interacções entre os seus membros), despertam novamente os poderes que, no passado, foram criados por três raparigas com vontade de fugir do mundo real. E nem a casa, nem o bosque nem os estranhos que cruzam o seu caminho são completamente seguros quando, para além do conflito entre "irmãos", há seres imaginários que se movem... com vontade própria.
Há muito de interessante para descobrir neste livro. Uma história que começa com o que parece ser um simples drama familiar, quando um casal se junta e os filhos de ambos se recusam terminantemente a criar laços entre si, mas que cedo evolui para algo mais complexo com a chegada à casa de Fell Scar. E tudo isto é construído de forma intensa, com uma escrita cativante e com a medida certa de descrição, construindo cenários (e criaturas) invulgares, fascinantes e algo sinistras para definir um enredo envolvente e cheio de surpresas.
O contraste entre as diferentes personalidades serve como base para o choque entre as diferentes personagens. Catriona e Katherine, com a sua feroz inimizade diferenciam-se da prudente simpatia que se cria entre Roley e John. E, quando o sobrenatural e o improvável entram em cena, serão estes contrastes e rivalidades a ditar o caminho das diferentes personagens, dando à narrativa uma intensidade que torna a leitura compulsiva, tanto pela forma como os acontecimentos afectam as personagens, como até pela construção do lado "imaginário" do que vive em Fell Scar e de como este surgiu. Liga-se, portanto, um passado que, durante grande parte da narrativa, permanece um mistério, a uma série de acontecimentos do presente, num percurso surpreendente, com o equilíbrio certo de acção, emoção e mistério e feito de momentos muitíssimo bem conseguidos.
Sombrio, com laivos de macabro e uma história que se torna mais e mais intensa para culminar num final marcante, Sangue Ruim conjuga problemas normais com adversidades sobrenaturais, num livro viciante e surpreendente. Muito bom.»
As Leituras do Corvo
Há muito de interessante para descobrir neste livro. Uma história que começa com o que parece ser um simples drama familiar, quando um casal se junta e os filhos de ambos se recusam terminantemente a criar laços entre si, mas que cedo evolui para algo mais complexo com a chegada à casa de Fell Scar. E tudo isto é construído de forma intensa, com uma escrita cativante e com a medida certa de descrição, construindo cenários (e criaturas) invulgares, fascinantes e algo sinistras para definir um enredo envolvente e cheio de surpresas.
O contraste entre as diferentes personalidades serve como base para o choque entre as diferentes personagens. Catriona e Katherine, com a sua feroz inimizade diferenciam-se da prudente simpatia que se cria entre Roley e John. E, quando o sobrenatural e o improvável entram em cena, serão estes contrastes e rivalidades a ditar o caminho das diferentes personagens, dando à narrativa uma intensidade que torna a leitura compulsiva, tanto pela forma como os acontecimentos afectam as personagens, como até pela construção do lado "imaginário" do que vive em Fell Scar e de como este surgiu. Liga-se, portanto, um passado que, durante grande parte da narrativa, permanece um mistério, a uma série de acontecimentos do presente, num percurso surpreendente, com o equilíbrio certo de acção, emoção e mistério e feito de momentos muitíssimo bem conseguidos.
Sombrio, com laivos de macabro e uma história que se torna mais e mais intensa para culminar num final marcante, Sangue Ruim conjuga problemas normais com adversidades sobrenaturais, num livro viciante e surpreendente. Muito bom.»
As Leituras do Corvo
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Crítica de leitor: «O Longo Inverno»
«A vida de Lina muda na noite em que a polícia soviética invade a sua casa. Sonhos e esperanças desvanecem-se para dar lugar à simples luta pela sobrevivência ao longo de uma penosa viagem rumo à Sibéria onde, condenados por crimes que eles próprios mal conseguem conceber, Lina, a mãe e o irmão, juntamente com muitos outros incluídos nas infames listas, se verão obrigados a trabalhar em condições menos que desumanas... ou a deixar a vida ao frio e à fome. Esta é a história de um primeiro Inverno, de uma luta contra indiferença e crueldade, de um testemunho contra o silêncio dos homens e dos tempos. A história de uma rapariga, mas que poderia ser a de tantos outros...
É impressionante a forma como a crueldade - por actos ou por omissões - se reflecte na história de Lina e dos que a rodeiam. Impressionante particularmente pela forma como a autora constrói esta história (que, sendo ficção, se baseia em testemunhos reais), na voz de uma protagonista que, tendo apenas quinze anos, estabelece, no contraste entre a brutalidade de cada dia e a sua inocência e as certezas da juventude, um percurso devastador.
A escrita é simples e directa, reflexo da personalidade da rapariga que nos narra a história. Para Lina, tudo o que vê é certo e, quer na crueldade, quer nas (poucas) acções generosas com que convive (principalmente da parte dos seus carcereiros), é o sucedido que importa relatar. Não há, portanto, grandes divagações ou elaborações, mas simplesmente os acontecimentos tal como teriam sido e as emoções com todo o impacto do momento. Há, pois, um evidente contraste entre a simplicidade do testemunho e a complexidade da situação e é precisamente este contraste que faz deste livro uma obra tão marcante.
Apesar das aparentes certezas da protagonista, nada neste livro é a preto e branco. Cinzento é o ambiente que os rodeia, cinzento o âmbito das decisões dos que têm esse poder (sendo esta ambiguidade particularmente evidente em Kretzky), cinzento o equilíbrio entre uma esperança ténue e um desespero que ameaça suplantar todas as possibilidades. Nada nem ninguém neste livro é simplesmente aquilo que parece ser e, apesar da aparente simplicidade do relato, há tanto mais reflectido nas pequenas situações, nas atitudes e nas palavras mais simples que, entre bem e mal, esperança e desespero, vida e morte... tudo é uma escala de tons e de possibilidades. Há, portanto, uma conjugação perfeita entre o conteúdo e o título original deste livro - Between Shades of Gray.
Importa, por último, referir o final deste livro. Numa história onde as pequenas linhas de esperança são tudo o que há para suster o apego à vida, fica a impressão de algumas perguntas sem resposta, numa conclusão um pouco brusca. Conclusão que, apesar de tudo, faz sentido, uma vez que é o tal "primeiro Inverno", com todas as suas provações, o ponto fulcral deste livro. Seria interessante, ainda assim, depois de tantas demonstrações de amor e lealdade em tempos de desespero, ver quanta da esperança era acertada e quantas promessas foram cumpridas.
Fica, pois, desta leitura, o impacto de uma obra que reflecte a crueldade humana num dos seus pontos máximos, mas também o afecto e a solidariedade quando um pequeno gesto basta para mudar tudo. De leitura compulsiva, emocionalmente devastador e com um poderoso contraste entre inocência e indiferença, um livro impressionante.»
As Leituras do Corvo
É impressionante a forma como a crueldade - por actos ou por omissões - se reflecte na história de Lina e dos que a rodeiam. Impressionante particularmente pela forma como a autora constrói esta história (que, sendo ficção, se baseia em testemunhos reais), na voz de uma protagonista que, tendo apenas quinze anos, estabelece, no contraste entre a brutalidade de cada dia e a sua inocência e as certezas da juventude, um percurso devastador.
A escrita é simples e directa, reflexo da personalidade da rapariga que nos narra a história. Para Lina, tudo o que vê é certo e, quer na crueldade, quer nas (poucas) acções generosas com que convive (principalmente da parte dos seus carcereiros), é o sucedido que importa relatar. Não há, portanto, grandes divagações ou elaborações, mas simplesmente os acontecimentos tal como teriam sido e as emoções com todo o impacto do momento. Há, pois, um evidente contraste entre a simplicidade do testemunho e a complexidade da situação e é precisamente este contraste que faz deste livro uma obra tão marcante.
Apesar das aparentes certezas da protagonista, nada neste livro é a preto e branco. Cinzento é o ambiente que os rodeia, cinzento o âmbito das decisões dos que têm esse poder (sendo esta ambiguidade particularmente evidente em Kretzky), cinzento o equilíbrio entre uma esperança ténue e um desespero que ameaça suplantar todas as possibilidades. Nada nem ninguém neste livro é simplesmente aquilo que parece ser e, apesar da aparente simplicidade do relato, há tanto mais reflectido nas pequenas situações, nas atitudes e nas palavras mais simples que, entre bem e mal, esperança e desespero, vida e morte... tudo é uma escala de tons e de possibilidades. Há, portanto, uma conjugação perfeita entre o conteúdo e o título original deste livro - Between Shades of Gray.
Importa, por último, referir o final deste livro. Numa história onde as pequenas linhas de esperança são tudo o que há para suster o apego à vida, fica a impressão de algumas perguntas sem resposta, numa conclusão um pouco brusca. Conclusão que, apesar de tudo, faz sentido, uma vez que é o tal "primeiro Inverno", com todas as suas provações, o ponto fulcral deste livro. Seria interessante, ainda assim, depois de tantas demonstrações de amor e lealdade em tempos de desespero, ver quanta da esperança era acertada e quantas promessas foram cumpridas.
Fica, pois, desta leitura, o impacto de uma obra que reflecte a crueldade humana num dos seus pontos máximos, mas também o afecto e a solidariedade quando um pequeno gesto basta para mudar tudo. De leitura compulsiva, emocionalmente devastador e com um poderoso contraste entre inocência e indiferença, um livro impressionante.»
As Leituras do Corvo
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O Longo Inverno,
Ruta Sepetys
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Ofereça livros neste Natal
Um livro é um dos melhores presentes que se pode oferecer no Natal.
A Contraponto apresenta algumas sugestões de livros para oferecer aos seus familiares e amigos:
Para os mais pequenos:
A Contraponto apresenta algumas sugestões de livros para oferecer aos seus familiares e amigos:
Para os mais pequenos:
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Imprensa: «O Longo Inverno»
«Degredo na Sibéria
É uma página esquecida da História, das repúblicas bálticas, Lituânia, Letónia e Estónia, anexadas pela URSS, na sequênci da partilha feita com o Reich alemão, em 1941. Ruta Sepetys, nascida no estado de Michigan, é descendente de refugiados lituanos e dispôs-se a recuperar a memória do calvário que milhares de pessoas padeceram ao serem deportadas para a Sibéria. Recolheu inúmeros testemunhos e teceu uma história exemplar desse tempo, quando os sicários de Estaline prenderam homens, mulheres e crianças, na sua maioria pertencentes às classes profissionais e cultas, medida que qualquer regime totalitário não descura para inviabilizar que no tecido social permaneça um módico de inteligência. A vida no gulag, o "arquipélgado" da infâmia, está hoje em dia bastante bem documentado. Mas ainda há histórias para contar, e não só naquela parte do mundo. Elegendo a vida de uma família, a autora sintetiza uma vivência feita de horrores quotidianos, pequenos e grandes gestos de abnegação, coragem e destemor face às condições de cativeiro, num ambiente e clima inóspitos. A jovem de 16 que toma a condução de O Longo Inverno (Contraponto, tradução de Susana Sousa e Silva) recolhe, sobrevive e testemunha a vida de quem já não existia enquanto humanidade de pleno direito. "Existiam milhares de pessoas como nós, quase todas morreram", escreve a protagonista desta versão romanceada do período negro. "Este testemunho foi escrito para que haja um registo completo, para poder falar num mundo onde as nossas vozes foram silenciadas".»
Revista LER
É uma página esquecida da História, das repúblicas bálticas, Lituânia, Letónia e Estónia, anexadas pela URSS, na sequênci da partilha feita com o Reich alemão, em 1941. Ruta Sepetys, nascida no estado de Michigan, é descendente de refugiados lituanos e dispôs-se a recuperar a memória do calvário que milhares de pessoas padeceram ao serem deportadas para a Sibéria. Recolheu inúmeros testemunhos e teceu uma história exemplar desse tempo, quando os sicários de Estaline prenderam homens, mulheres e crianças, na sua maioria pertencentes às classes profissionais e cultas, medida que qualquer regime totalitário não descura para inviabilizar que no tecido social permaneça um módico de inteligência. A vida no gulag, o "arquipélgado" da infâmia, está hoje em dia bastante bem documentado. Mas ainda há histórias para contar, e não só naquela parte do mundo. Elegendo a vida de uma família, a autora sintetiza uma vivência feita de horrores quotidianos, pequenos e grandes gestos de abnegação, coragem e destemor face às condições de cativeiro, num ambiente e clima inóspitos. A jovem de 16 que toma a condução de O Longo Inverno (Contraponto, tradução de Susana Sousa e Silva) recolhe, sobrevive e testemunha a vida de quem já não existia enquanto humanidade de pleno direito. "Existiam milhares de pessoas como nós, quase todas morreram", escreve a protagonista desta versão romanceada do período negro. "Este testemunho foi escrito para que haja um registo completo, para poder falar num mundo onde as nossas vozes foram silenciadas".»
Revista LER
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Preview - «Sangue Quente»
Em 2012 a Contraponto publica este livro:
que está a ser adaptado ao cinema pela Summit Entertainment, a mesma produtora dos filmes da Saga Twilight, e já foi divulgada a primeira imagem promocional do filme:
A história:
R é um jovem com uma crise existencial – ele é um zombie. Ele vagueia por uma América destruida pela guerra, pelo colapso social, e pela fome desmesurada dos seus companheiros mortos-vivos, mas ele anseia algo mais que sangue e cérebros. Ele pode falar somente algumas sílabas grunhidas, mas a sua vida interior é profunda, plena de maravilha e desejo. Ele não tem quaisquer memórias, nem identidade, nem pulsação, mas tem sonhos. Depois de vivenciar as memórias de um menino adolescente ao consumir o seu cérebro, R faz uma escolha inesperada que começa com um tenso, desajeitado, e estranhamente doce relacionamento com a namorada humana da vítima. Julie é uma explosão de cor no meio da sombria e cinzenta paisagem que cerca R. A sua decisão de protegê-la vai transformar não apenas R, mas também o seu companheiro Morto, e talvez o seu mundo inteiro. Assustador, divertido, e surpreendentemente pungente, Sangue Quente é sobre estar-se vivo, estando morto, e a linha obscura entre os dois.
que está a ser adaptado ao cinema pela Summit Entertainment, a mesma produtora dos filmes da Saga Twilight, e já foi divulgada a primeira imagem promocional do filme:
A história:
R é um jovem com uma crise existencial – ele é um zombie. Ele vagueia por uma América destruida pela guerra, pelo colapso social, e pela fome desmesurada dos seus companheiros mortos-vivos, mas ele anseia algo mais que sangue e cérebros. Ele pode falar somente algumas sílabas grunhidas, mas a sua vida interior é profunda, plena de maravilha e desejo. Ele não tem quaisquer memórias, nem identidade, nem pulsação, mas tem sonhos. Depois de vivenciar as memórias de um menino adolescente ao consumir o seu cérebro, R faz uma escolha inesperada que começa com um tenso, desajeitado, e estranhamente doce relacionamento com a namorada humana da vítima. Julie é uma explosão de cor no meio da sombria e cinzenta paisagem que cerca R. A sua decisão de protegê-la vai transformar não apenas R, mas também o seu companheiro Morto, e talvez o seu mundo inteiro. Assustador, divertido, e surpreendentemente pungente, Sangue Quente é sobre estar-se vivo, estando morto, e a linha obscura entre os dois.
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