«Federico Moccia tornou-se um fenómeno da literatura italiana e mundial pela sagacidade das suas obras. De uma forma quase instantânea, estas assumiram uma popularidade social dado à forma como reflectem as preocupações e o sentir da sociedade italiana.
Nesta obra o autor reflecte sobre o tema do amor. O leitor é convidado a continuar a acompanhar as histórias de Niki e Alex, já apresentados em Desculpa, mas vou chamar-te amor. Este casal recém-chegado de umas férias românticas retorna aos grupos de amigos respectivos. O regresso à realidade despoleta toda uma série de reflexões acerca do tema do amor, da amizade e das suas vicissitudes.
Moccia define um elenco de personagens diversas, cada uma com a sua maneira de abordar o tema quer este seja o amor, a amizade ou ambas. E é justamente a variedade destas personagens que é utilizada como ferramenta para o autor expor os mais diversos pensamentos e considerações sobre os temas de uma forma acessível e sem que o leitor sinta qualquer tipo de imposição: os diálogos e as situações surgem de uma forma natural, resultado da própria existência humana e dos relacionamentos estabelecidos.
E é a questão dos relacionamentos que é central a toda a obra, principalmente as questões relacionadas com o casamento. As questões levantadas permitem a reflexão sobre a instituição do casamento e como tal, obrigam simultaneamente a tecer considerações acerca do próprio tecido social. À pergunta, deve o casamento durar para sempre? Podemos imediatamente reflectir acerca da estabilidade do conceito de família.
Não deixa de ser subtil mas presente e relevante a forma como as reflexões sociais são colocadas de uma forma subtil nos interstícios das relações dos personagens.
A escrita fluida e acessível e as referências culturais facilmente identificáveis permitem ao leitor entrar facilmente na teia urdida pelo autor. À medida que o leitor se envolve com as personagens e as suas questões dará por si no mundo das relações humanas e a colocar questões para as quais não há uma única resposta a não ser a dos sentimentos. Esta obra toca no que há no ser humano ao nível mais profundo, o dos sentimentos. Recomenda-se vivamente a quem já leu o primeiro ou a quem tem um interesse profundo no ser humano.»
blogue Páginas com Memória
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
A saga «Conspiração 365»
365 dias depois de iniciar a corrida pela sua vida, Callum Ormond chegou à meta final e as suas aventuras terminaram. 12 meses, 12 livros de leitura intensa e emocionante. Eis o que alguns dos leitores da saga têm a dizer sobre esta alucinante corrida.
«Segui atentamente as aventuras do Call Ormond ao longo de um ano e, finda a aventura, já tenho saudades, situação que já não acontecia com a literatura infanto-juvenil, que abandonara há muitos e muitos anos. Gabrielle Lord soube dosear as situações de tensão a cada mês e encontrou as soluções mais inesperadas para cada uma das aventuras e desventuras.»
Paula Freire, Segredo dos Livros
«Uma aposta da editora marca pela diferença, Contraponto, e que com toda a certeza será idolatrada por uma faixa etária mais juvenil... Recomendo.»
As Histórias de Elphaba
Não perca a oportunidade de ganhar a saga completa no passatempo que se realiza aqui:
http://www.esmiucaolivro.com/index.php/mijuvenulpassatempo
«Segui atentamente as aventuras do Call Ormond ao longo de um ano e, finda a aventura, já tenho saudades, situação que já não acontecia com a literatura infanto-juvenil, que abandonara há muitos e muitos anos. Gabrielle Lord soube dosear as situações de tensão a cada mês e encontrou as soluções mais inesperadas para cada uma das aventuras e desventuras.»
Paula Freire, Segredo dos Livros
«Foi sinceramente agradável e entusiasmante voltar a rever algumas personagens que, ao longo de todos estes meses, me têm vindo a conquistar pelos mais variados motivos e é por isso que, nos próximos dias, conto actualizar as opiniões em atraso desta brilhante série juvenil criada pela mente imaginativa de Gabrielle Lord e editada pela sempre diferente e única Contraponto.»
Pedacinho Literário«Uma aposta da editora marca pela diferença, Contraponto, e que com toda a certeza será idolatrada por uma faixa etária mais juvenil... Recomendo.»
As Histórias de Elphaba
Não perca a oportunidade de ganhar a saga completa no passatempo que se realiza aqui:
http://www.esmiucaolivro.com/index.php/mijuvenulpassatempo
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Eterna Saudade em janeiro
Saiba tudo sobre a nossa novidade deste mês, aqui.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Crítica de Leitor: «A Dama do Lago»
«Há vários autores de policiais actuais que nos têm trazido experiências emocionantes e intrigantes, no entanto, continuo a sentir uma grande atracção pelos autores do início do século XX. Não há dúvida que foi o grande boom criativo deste género, com inúmeros obras a tornarem-se clássicos intemporais. E é desse período que vem Raymond Chandler, uma aposta de louvar da Contraponto.
"A Dama do Lago" começa de forma lenta. Marlowe segue os trâmites normais de uma investigação privada, de acordo com as "regras" (ou falta delas) habituais. Fiquei mesmo um pouco apreensivo de início, julgando que fosse apenas mais um, de entre tantos outros.
Mas a história vai-se intrincando, o protagonista fortalecendo, sem pressas, sem precipitações, chegamos ao inevitável ponto em que não conseguimos pousar o livro até ao final apoteótico.»
Páginas Desfolhadas
"A Dama do Lago" começa de forma lenta. Marlowe segue os trâmites normais de uma investigação privada, de acordo com as "regras" (ou falta delas) habituais. Fiquei mesmo um pouco apreensivo de início, julgando que fosse apenas mais um, de entre tantos outros.
Mas a história vai-se intrincando, o protagonista fortalecendo, sem pressas, sem precipitações, chegamos ao inevitável ponto em que não conseguimos pousar o livro até ao final apoteótico.»
Páginas Desfolhadas
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Crítica de Leitor: «Sangue Ruim»
«Com criaturas e cenários perfeitos de se englobar no mundo mágico de um Tim Burton, numa história sinistra para um público juvenil e jovem-adulto, Sangue Ruim é uma leitura leve mas que sabe como deixar a sua impressão naqueles que, como eu, são mais sensíveis ao género. Uma aposta interessante, da já tão singular Contraponto.»
Pedacinho Literário
Pedacinho Literário
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Eis o primeiro trailer!
Já se pode ver o trailer da série de TV da Conspiração 365 que estreia na Austrália em Janeiro. Por cá só podemos torcer que passe num dos canais por cabo como o AXN, a FOX ou a Sony.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Antevisão - 1º trimestre 2012
Já em janeiro de 2012, a Contraponto iniciará o ano com Eterna Saudade, de Lia Habel, em que dos escombros de uma cataclísmica Idade do Gelo, surge uma nova sociedade construída com base nos costumes e na moral vitoriana. Nora Dearly, uma jovem da alta sociedade neovitoriana, conhece Bram Griswold, um atraente soldado, corajoso, nobre… e morto, que apesar disso conserva a sua inteligência e todas as partes do seu corpo graças à sorte e à ciência moderna. E quando o vínculo de confiança entre eles se transforma em ternura, não há como voltar atrás. Eles sabem que a separação é inevitável, mas até lá, batendo ou não, os seus corações terão o que desejam. Outros destaques vão para o 3º volume da série Frankenstein de Dean Koontz em fevereiro, Morto e Vivo, e no terceiro mês do ano, Eu Não Sou Um Serial Killer, de Dan Wells, sobre John Cleaver, um sociopata de 15 anos que trabalha numa casa funerária, sonha com a morte e acha que pode vir a torna-se um serial killer; e Sangue Quente, de Isaac Marion, cuja adaptação ao cinema estreará nos EUA, em Agosto de 2012.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
«O Longo Inverno» - Melhor Romance Juvenil do Ano 2011
Depois da revista americana Kirkus Review, a revista francesa Lire nomeia O Longo Inverno como o melhor livro de 2011 para jovens adultos.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Dois livros da Contraponto na lista de melhores do ano
A revista LER anuncia na edição deste mês de dezembro a lista dos melhores do ano.
Entre as distinções para o TOP 10 2011 de livros infanto-juvenis encontram-se dois editados pela Contraponto: Contos dos Subúrbios, de Shaun Tan, e A Evolução de Calpurnia Tate, de Jacqueline Kelly.
Entre as distinções para o TOP 10 2011 de livros infanto-juvenis encontram-se dois editados pela Contraponto: Contos dos Subúrbios, de Shaun Tan, e A Evolução de Calpurnia Tate, de Jacqueline Kelly.
Crítica de Leitor: «Sangue Ruim»
«Numa divisão secreta de uma casa abandonada, há um jogo que nunca foi concluído. E, quando uma família conflituosa chega à casa, com o objectivo de passar umas férias em família (por mais complicadas que sejam as interacções entre os seus membros), despertam novamente os poderes que, no passado, foram criados por três raparigas com vontade de fugir do mundo real. E nem a casa, nem o bosque nem os estranhos que cruzam o seu caminho são completamente seguros quando, para além do conflito entre "irmãos", há seres imaginários que se movem... com vontade própria.
Há muito de interessante para descobrir neste livro. Uma história que começa com o que parece ser um simples drama familiar, quando um casal se junta e os filhos de ambos se recusam terminantemente a criar laços entre si, mas que cedo evolui para algo mais complexo com a chegada à casa de Fell Scar. E tudo isto é construído de forma intensa, com uma escrita cativante e com a medida certa de descrição, construindo cenários (e criaturas) invulgares, fascinantes e algo sinistras para definir um enredo envolvente e cheio de surpresas.
O contraste entre as diferentes personalidades serve como base para o choque entre as diferentes personagens. Catriona e Katherine, com a sua feroz inimizade diferenciam-se da prudente simpatia que se cria entre Roley e John. E, quando o sobrenatural e o improvável entram em cena, serão estes contrastes e rivalidades a ditar o caminho das diferentes personagens, dando à narrativa uma intensidade que torna a leitura compulsiva, tanto pela forma como os acontecimentos afectam as personagens, como até pela construção do lado "imaginário" do que vive em Fell Scar e de como este surgiu. Liga-se, portanto, um passado que, durante grande parte da narrativa, permanece um mistério, a uma série de acontecimentos do presente, num percurso surpreendente, com o equilíbrio certo de acção, emoção e mistério e feito de momentos muitíssimo bem conseguidos.
Sombrio, com laivos de macabro e uma história que se torna mais e mais intensa para culminar num final marcante, Sangue Ruim conjuga problemas normais com adversidades sobrenaturais, num livro viciante e surpreendente. Muito bom.»
As Leituras do Corvo
Há muito de interessante para descobrir neste livro. Uma história que começa com o que parece ser um simples drama familiar, quando um casal se junta e os filhos de ambos se recusam terminantemente a criar laços entre si, mas que cedo evolui para algo mais complexo com a chegada à casa de Fell Scar. E tudo isto é construído de forma intensa, com uma escrita cativante e com a medida certa de descrição, construindo cenários (e criaturas) invulgares, fascinantes e algo sinistras para definir um enredo envolvente e cheio de surpresas.
O contraste entre as diferentes personalidades serve como base para o choque entre as diferentes personagens. Catriona e Katherine, com a sua feroz inimizade diferenciam-se da prudente simpatia que se cria entre Roley e John. E, quando o sobrenatural e o improvável entram em cena, serão estes contrastes e rivalidades a ditar o caminho das diferentes personagens, dando à narrativa uma intensidade que torna a leitura compulsiva, tanto pela forma como os acontecimentos afectam as personagens, como até pela construção do lado "imaginário" do que vive em Fell Scar e de como este surgiu. Liga-se, portanto, um passado que, durante grande parte da narrativa, permanece um mistério, a uma série de acontecimentos do presente, num percurso surpreendente, com o equilíbrio certo de acção, emoção e mistério e feito de momentos muitíssimo bem conseguidos.
Sombrio, com laivos de macabro e uma história que se torna mais e mais intensa para culminar num final marcante, Sangue Ruim conjuga problemas normais com adversidades sobrenaturais, num livro viciante e surpreendente. Muito bom.»
As Leituras do Corvo
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