«Monster High – Uma Escola Diferente é, sem sombra de dúvida, um livro direccionado para um público mais juvenil. Contudo, tendo como base uma escrita divertida e até cómica, com inúmeras referências ao mundo das celebridades, música pop e cinema actual, torna-se difícil impedir um folhear compulsivo de página atrás de página.
A verdade é que parti para a leitura deste pequeno e visualmente atractivo livro quase sem expectativas, unicamente levada por um curto vídeo acerca das suas personagens, encontrado no facebook da editora e uma sinopse de chamar a atenção, e talvez tenha sido por isso que terminei a narrativa com um gigante sorriso na cara e uma vontade imensa em descobrir o que vai acontecer a seguir, uma vez que a história sofreu o corte final num momento de puro deleite e curiosidade. Com uma ideia geral engraçada, movida por uma mensagem muito forte sobre a superficialidad e da aparência exterior e a aceitação de todo e qualquer tipo de pessoa (seja aspecto ou personalidade), sem recearmos sermos quem realmente somos, Monster High acaba por ser uma via humorística e suave de introduzir, novamente, todos estes temas numa sociedade que, a cada minuto, peca mais pela ignorância e pelo egoísmo. Assim, encaro este livro não só como uma história gira e diversamente pontuada por gargalhadas, ainda que direccionada a uma camada mais jovem da sociedade, mas também como um alerta para a comunidade em geral em que vivemos. E penso que tal chamamento não podia ter sido feito de melhor maneira, usando todos os pormenores importantes e misturando-os com uma narrativa suave, energética e inteiramente esclarecedora acerca da juventude de hoje em dia, do primeiro amor e dos anos de Liceu que já lá vão...
As personagens são simplesmente fabulosas. É nas suas caracterizações e personalidades tão distintas que vemos a real mestria de Lisi Harrison. É nelas que está a sua criatividade máxima, a sua juventude e o seu carisma. Com um leque tão vasto e distinto, é com muito prazer que devoramos as páginas em busca de mais acção, mais informação, mais destreza por parte destas pessoas imaginárias. Assim, temos presente duas personagens principais que acabam por ser o antagonismo uma da outra: por um lado temos Frankie Stein, descendente da linhagem do verdadeiro Frankenstein, com os seus parafusos e costuras, tom de pele verde menta e informação adquirida artificialmente , e por outro lado conhecemos Melody Carver, uma jovem normal, com os seus problemas de adolescente, o primeiro grande amor e a primeira operação plástica que a deixa totalmente nova e vazia. Adicionando elementos figurativos como uma múmia, uma vampira, uma monstro do lado, uma descendente dos homens lobo e um filho da medusa, só pode significar risada certa e é esse o segundo aspecto importante desta obra. Por ser tão leve e de rapidíssima leitura, com personagens diferentes daquilo a que estamos acostumadas (e ainda para mais todas elas juntas num só livro), esta pequena preciosidade de Lisi Harrison acaba por ser uma lufada de ar fresco. Gostei imenso deste livro e penso que aquecerá o coração de qualquer jovem e até, vou arriscar dizer, qualquer jovem-adulto/adulto. Simples, emotivo e emocionante ... é uma história a ler.
Gostei muito.»
Patrícia Santos, Segredo dos Livros, 2010
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Passatempo «200/250 Seguidores»
Queremos chegar aos 250 Seguidores do blogue Contraponto! Para isso colocamos um passatempo online que só terminará quando tivermos ultrapassado essa meta.
O passatempo divide-se em duas partes:
A primeira termina quando atingirmos os 200 Seguidores e consiste na atribuição de um prémio ao Seguidor que tiver conseguido angariar mais Seguidores para o blogue da Contraponto. Contudo, quem nos vai dizer quem é essa fiel pessoa, não é a própria, mas sim as pessoas a quem o Seguidor tiver recomendado o blogue. É por isso importante que o Seguidor que estiver interessado em participar avise os amigos e colegas para nos indicarem o seu nome, caso contrário não poderá ser candidato ao prémio.
A segunda parte começa quando ultrapassarmos os 250 Seguidores altura em que aquele Seguidor que responder primeiro acertadamente a um conjunto de três perguntas ganha um prémio.
Leia atentamente as condições do passatempo:
1. Para a primeira fase, cada Seguidor (novo ou que já seja aderente) deverá deixar nos comentários deste post, o nome do Seguidor que lhe recomendou o blogue Contraponto;
2. Esta primeira fase termina quando forem atingidos os 200 Seguidores e o vencedor será anunciado no blogue logo que se apurem os resultados finais;
3. A segunda fase do passatempo começa quando chegarmos aos 250 Seguidores, altura em que colocaremos online as perguntas que os participantes deverão responder;
4. O primeiro Seguidor a responder correctamente às perguntas será o vencedor do passatempo;
5. Atenção! As respostas deverão ser dadas nos comentários do post onde as perguntas foram colocadas;
6. O vencedor da primeira fase fica automaticamente excluído da possibilidade de participar na segunda fase;
7. Será solicitado aos vencedores da primeira e da segunda fase do passatempo que nos enviem um e-mail com o nome completo e a morada para onde o prémio deverá ser enviado;
8. O prémio é constituído por 1 exemplar de cada título da lista abaixo apresentada:
Frankenstein – O Filho Pródigo, Dean Koontz
Conspiração 365 – Janeiro, Gabrielle Lord
A Senhora Presidente, Anne Holt
.
9. Só serão aceites participações de pessoas residentes em Portugal Continental e Ilhas;
10. A Editora não se responsabiliza por extravios dos CTT, moradas incorrectas ou envios não reclamados.
O passatempo divide-se em duas partes:
A primeira termina quando atingirmos os 200 Seguidores e consiste na atribuição de um prémio ao Seguidor que tiver conseguido angariar mais Seguidores para o blogue da Contraponto. Contudo, quem nos vai dizer quem é essa fiel pessoa, não é a própria, mas sim as pessoas a quem o Seguidor tiver recomendado o blogue. É por isso importante que o Seguidor que estiver interessado em participar avise os amigos e colegas para nos indicarem o seu nome, caso contrário não poderá ser candidato ao prémio.
A segunda parte começa quando ultrapassarmos os 250 Seguidores altura em que aquele Seguidor que responder primeiro acertadamente a um conjunto de três perguntas ganha um prémio.
Leia atentamente as condições do passatempo:
1. Para a primeira fase, cada Seguidor (novo ou que já seja aderente) deverá deixar nos comentários deste post, o nome do Seguidor que lhe recomendou o blogue Contraponto;
2. Esta primeira fase termina quando forem atingidos os 200 Seguidores e o vencedor será anunciado no blogue logo que se apurem os resultados finais;
3. A segunda fase do passatempo começa quando chegarmos aos 250 Seguidores, altura em que colocaremos online as perguntas que os participantes deverão responder;
4. O primeiro Seguidor a responder correctamente às perguntas será o vencedor do passatempo;
5. Atenção! As respostas deverão ser dadas nos comentários do post onde as perguntas foram colocadas;
6. O vencedor da primeira fase fica automaticamente excluído da possibilidade de participar na segunda fase;
7. Será solicitado aos vencedores da primeira e da segunda fase do passatempo que nos enviem um e-mail com o nome completo e a morada para onde o prémio deverá ser enviado;
8. O prémio é constituído por 1 exemplar de cada título da lista abaixo apresentada:
Frankenstein – O Filho Pródigo, Dean Koontz
Conspiração 365 – Janeiro, Gabrielle Lord
A Senhora Presidente, Anne Holt
.
9. Só serão aceites participações de pessoas residentes em Portugal Continental e Ilhas;
10. A Editora não se responsabiliza por extravios dos CTT, moradas incorrectas ou envios não reclamados.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Crítica: "O Acompanhante"
«Entre nós, Jonathan Ames (n. 1964) é praticamente desconhecido. Autor de Bored to Death, popular série de televisão feita a partir de um dos seus contos, publicou romances, ensaios, uma antologia de memórias transexuais — Sexual Metamorphosis, 2005 — e até uma autobiografia gráfica sobre a dependência do álcool, ilustrada por Dean Haspie. Longe de reunir consenso, Ames tem sido elogiado e execrado com igual fervor desde que publicou I Pass Like Night (1989). Mesmo em Manhattan, esta mistura de Iggy Pop com P.G. Wodehouse soa desconcertante. Decerto não por acaso, define-se a si mesmo como "probably the gayest straight writer in America".
Podemos agora ler a tradução que André Chêdas fez de O Acompanhante, romance sobre as relações de Henry Harrison, dramaturgo falhado que vive de acompanhar mulheres da alta sociedade de Nova Iorque, e Louis Ives, docente de um colégio privado de Princeton que perde o emprego no dia em que é apanhado (na sala de professores) a vestir o sutiã de uma colega. Fica por esclarecer se a punição é devida ao arremedo de travestismo ou à erecção de Louis: "A protuberância conseguiu a proeza de confirmar a culpa dos meus actos, de forma mais contundente do que o próprio olhar, já de si claramente sexual..." Por momentos, julgamos estar a ler Augusten Burroughs. Com o fluir da intriga, a ilusão desfaz-se. Burroughs é literal, lá onde Ames prolonga a respiração da narrativa clássica.
O Acompanhante são duas vidas cruzadas: a de Henry, vergado ao peso das idiossincrasias; e a de Louis, em trânsito permanente entre os dois lados de um espelho. Concluído em 1996, o livro andou em bolandas durante dois anos, de editor em editor, tendo, ao cabo de vinte rejeições, sido publicado em 1998 pela Scribner. Shari Springer Berman adaptou-o ao cinema, com Kevin Kline (Henry) e Paul Dano (Louis) nos protagonistas. Tarefa inglória, na medida em que a estrutura semântica resiste à transposição de suporte. Se, por um lado, o cortejo de reflexões auto-depreciativas do narrador potencia o overacting, a trama dos envios (de Freud a Scott Fitzgerald, sem esquecer Bertie Wooster) apenas é perceptível na escrita precisa de Ames.
A história mistura elementos autobiográficos, deixando adivinhar o futuro interesse de Ames pela problemática transexual: "Ao ver-me vestido de mulher em toda a minha fealdade, tinha aprendido a apreciar e valorizar a beleza destas raparigas e o trabalho a que as obrigava. Só os homens poderiam ter uma presença de espírito tão obstinadamente direccionada para se quererem fazer passar por mulheres."
Por razões difíceis de explicar, não é comum associar Ames aos grandes nomes da tradição literária judaica, como Asimov, Bellow, Roth e outros. Porém, poucos livros como este descrevem com tanta subtileza o carácter escorregadio e as ambiguidades dessa tradição. Profundamente americano (no sentido em que identificamos Jerry Seinfeld como arquétipo), Ames calibra o discurso com secura e sabedoria: "Voltei à fotografia dele na bicicleta. Era perfeito. [...] Tentei olhar com profundidade para os belos olhos do rapaz da fotografia. A nossa idade não devia ser tão diferente quanto isso. Queria avisá-lo do que aí vinha e comecei a chorar. Chorava porque aquele rapaz não fazia ideia daquilo em que se ia tornar, que cinquenta anos mais tarde estaria a dormir num decrépito sofá no meio de um quarto pouco menos que imundo. Chorei pelo que acontecera à vida daquele jovem e chorei porque o velho em que esse jovem se tornou me tinha abandonado."
Ames é divertido sem ser pateta, irónico, mordaz, discretamente amargo, neurótico, culto mas não pedante. Parece contraditório, mas consegue ser tudo isto ao mesmo tempo. A dosagem homeopática ajuda. Como alguém disse, o entertainer nato.»
Eduardo Pitta, blogue Da Literatura, Janeiro de 2011
Podemos agora ler a tradução que André Chêdas fez de O Acompanhante, romance sobre as relações de Henry Harrison, dramaturgo falhado que vive de acompanhar mulheres da alta sociedade de Nova Iorque, e Louis Ives, docente de um colégio privado de Princeton que perde o emprego no dia em que é apanhado (na sala de professores) a vestir o sutiã de uma colega. Fica por esclarecer se a punição é devida ao arremedo de travestismo ou à erecção de Louis: "A protuberância conseguiu a proeza de confirmar a culpa dos meus actos, de forma mais contundente do que o próprio olhar, já de si claramente sexual..." Por momentos, julgamos estar a ler Augusten Burroughs. Com o fluir da intriga, a ilusão desfaz-se. Burroughs é literal, lá onde Ames prolonga a respiração da narrativa clássica.
O Acompanhante são duas vidas cruzadas: a de Henry, vergado ao peso das idiossincrasias; e a de Louis, em trânsito permanente entre os dois lados de um espelho. Concluído em 1996, o livro andou em bolandas durante dois anos, de editor em editor, tendo, ao cabo de vinte rejeições, sido publicado em 1998 pela Scribner. Shari Springer Berman adaptou-o ao cinema, com Kevin Kline (Henry) e Paul Dano (Louis) nos protagonistas. Tarefa inglória, na medida em que a estrutura semântica resiste à transposição de suporte. Se, por um lado, o cortejo de reflexões auto-depreciativas do narrador potencia o overacting, a trama dos envios (de Freud a Scott Fitzgerald, sem esquecer Bertie Wooster) apenas é perceptível na escrita precisa de Ames.
A história mistura elementos autobiográficos, deixando adivinhar o futuro interesse de Ames pela problemática transexual: "Ao ver-me vestido de mulher em toda a minha fealdade, tinha aprendido a apreciar e valorizar a beleza destas raparigas e o trabalho a que as obrigava. Só os homens poderiam ter uma presença de espírito tão obstinadamente direccionada para se quererem fazer passar por mulheres."
Por razões difíceis de explicar, não é comum associar Ames aos grandes nomes da tradição literária judaica, como Asimov, Bellow, Roth e outros. Porém, poucos livros como este descrevem com tanta subtileza o carácter escorregadio e as ambiguidades dessa tradição. Profundamente americano (no sentido em que identificamos Jerry Seinfeld como arquétipo), Ames calibra o discurso com secura e sabedoria: "Voltei à fotografia dele na bicicleta. Era perfeito. [...] Tentei olhar com profundidade para os belos olhos do rapaz da fotografia. A nossa idade não devia ser tão diferente quanto isso. Queria avisá-lo do que aí vinha e comecei a chorar. Chorava porque aquele rapaz não fazia ideia daquilo em que se ia tornar, que cinquenta anos mais tarde estaria a dormir num decrépito sofá no meio de um quarto pouco menos que imundo. Chorei pelo que acontecera à vida daquele jovem e chorei porque o velho em que esse jovem se tornou me tinha abandonado."
Ames é divertido sem ser pateta, irónico, mordaz, discretamente amargo, neurótico, culto mas não pedante. Parece contraditório, mas consegue ser tudo isto ao mesmo tempo. A dosagem homeopática ajuda. Como alguém disse, o entertainer nato.»
Eduardo Pitta, blogue Da Literatura, Janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Mini-blogues 2.0
Com o começo do novo ano, resolvemos renovar os nossos mini-blogues, onde poderá consultar toda a informação sobre as suas séries e sobre os seus autores favoritos!
Seguem-se os novos endereços:
http://academiavampiros.blogspot.com/
http://ghostgirlportugal.blogspot.com/
http://federicomocciaportugal.blogspot.com/
E não esquecer o novo mini-blogue da série Conspiração 365:
http://conspiracao365.blogspot.com/
Ficamos a aguardar a vossa opinião!
Seguem-se os novos endereços:
http://academiavampiros.blogspot.com/
http://ghostgirlportugal.blogspot.com/
http://federicomocciaportugal.blogspot.com/
E não esquecer o novo mini-blogue da série Conspiração 365:
http://conspiracao365.blogspot.com/
Ficamos a aguardar a vossa opinião!
"Álbum de Família" considerado um dos melhores do ano!
Na edição de Janeiro, a revista Os Meus Livros apresenta os melhores livros de 2010, e entre a lista destaca-se a obra Álbum de Família, de David Sedaris, editado pela Contraponto.
Eis o que escrevem acerca do livro:
A melhor maneira de ler David Sedaris é ouvi-lo. Sedaris começou a sua carreira literária a escrever crónicas para a NPR (rádio pública americana); hoje em dia faz digressões, como uma estrela de rock, em que esgota salas de espectáculos a ler excertos dos seus livros. Mas, mesmo no papel, mesmo traduzido, Sedaris tem uma voz inconfundível – mordaz, mas melancólica, satírica, mas sincera. Álbum de Família é, como todos os seus livros, uma série de ensaios semi-autobiográficos. Alguns são hilariantes ("Aprendi, por exemplo, que os cegos podem caçar legalmente tanto no Texas como no Michigan"), outros são comoventes. Sedaris é um insuperável observador da vida quotidiana – da sua e da dos outros. Ler Álbum de Família (ou qualquer outro dos seus livros) é como ter uma conversa com um amigo excepcionalmente perspicaz.»Pedro Ribeiro, Os Meus Livros, Janeiro 2011
Eis o que escrevem acerca do livro:
«Crónicas da vida quotidiana
A melhor maneira de ler David Sedaris é ouvi-lo. Sedaris começou a sua carreira literária a escrever crónicas para a NPR (rádio pública americana); hoje em dia faz digressões, como uma estrela de rock, em que esgota salas de espectáculos a ler excertos dos seus livros. Mas, mesmo no papel, mesmo traduzido, Sedaris tem uma voz inconfundível – mordaz, mas melancólica, satírica, mas sincera. Álbum de Família é, como todos os seus livros, uma série de ensaios semi-autobiográficos. Alguns são hilariantes ("Aprendi, por exemplo, que os cegos podem caçar legalmente tanto no Texas como no Michigan"), outros são comoventes. Sedaris é um insuperável observador da vida quotidiana – da sua e da dos outros. Ler Álbum de Família (ou qualquer outro dos seus livros) é como ter uma conversa com um amigo excepcionalmente perspicaz.»
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Imprensa,
Melhores de 2010,
Os Meus Livros
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Crítica de Leitor
Um Amor em Segunda Mão, Isabel Wolff
«Este romance é no mínimo original e diferente de tudo aquilo que li até hoje.
Várias histórias entrelaçadas num livro já não são novidade para mim, mas tantas histórias, tão envolventes e com personagens tão marcantes é certamente uma novidade e ainda por cima relacionadas com peças de roupas glamorosas.
Enfim, o livro fará certamente a delicia dos leitores que gostem de uma dose romantismo e de moda.
A história dos dramas Phoebe Swift que, para se recuperar das separações da melhor amiga e do namorado, cria a sua própria de roupa vintage dando novamente vida a belas peças de roupa por vezes bastantes danificadas, é apenas o inicio de muitas outras história das quais Phoebe é o fio condutor.
Cada peça de roupa tem uma história de diferente depende da pessoa a que pertenceu e que Phoebe não se cansa de imaginar, assim como vai permitir a Phoebe conhecer a história de cada uma das sua futuras donas e partilhar também com elas um pouco da sua história. É fantástica a forma como a autora consegue estabelecer relações entre as peças de roupa e as histórias das personagens, é quase como se as peças de roupa tivessem personalidade própria e transmitissem sentimentos muito próprios.
Claro que a personagem secundária mais marcante é a senhora Bell que vende a Phoebe um fantástico guarda-roupa e com quem acabará por desenvolver uma relação próxima, contando-lhe a sua história que tem várias ligações com a história de Phoebe e torna-se de certa forma algo terapêutico para as duas.
Adorei o livro e não consegui deixar de soltar algumas lágrimas nas partes mais emocionais do livro.»
Blogue Páginas com Memória, 2010
«Este romance é no mínimo original e diferente de tudo aquilo que li até hoje.
Várias histórias entrelaçadas num livro já não são novidade para mim, mas tantas histórias, tão envolventes e com personagens tão marcantes é certamente uma novidade e ainda por cima relacionadas com peças de roupas glamorosas.
Enfim, o livro fará certamente a delicia dos leitores que gostem de uma dose romantismo e de moda.
A história dos dramas Phoebe Swift que, para se recuperar das separações da melhor amiga e do namorado, cria a sua própria de roupa vintage dando novamente vida a belas peças de roupa por vezes bastantes danificadas, é apenas o inicio de muitas outras história das quais Phoebe é o fio condutor.
Cada peça de roupa tem uma história de diferente depende da pessoa a que pertenceu e que Phoebe não se cansa de imaginar, assim como vai permitir a Phoebe conhecer a história de cada uma das sua futuras donas e partilhar também com elas um pouco da sua história. É fantástica a forma como a autora consegue estabelecer relações entre as peças de roupa e as histórias das personagens, é quase como se as peças de roupa tivessem personalidade própria e transmitissem sentimentos muito próprios.
Claro que a personagem secundária mais marcante é a senhora Bell que vende a Phoebe um fantástico guarda-roupa e com quem acabará por desenvolver uma relação próxima, contando-lhe a sua história que tem várias ligações com a história de Phoebe e torna-se de certa forma algo terapêutico para as duas.
Adorei o livro e não consegui deixar de soltar algumas lágrimas nas partes mais emocionais do livro.»
Blogue Páginas com Memória, 2010
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Um Amor em Segunda Mão
Ano novo, livros novos
A Contraponto entra em 2011 com novidades de cortar a respiração!
A começar com o primeiro volume da série best-seller de Dean Koontz, Frankenstein. Arrancamos também numa maratona com o lançamento em Janeiro da série Conspiração 365, da australiana Gabrielle Lord, cujos volumes seguintes serão publicados ao ritmo de um por mês até Dezembro, num total de 12 livros. Estreamos igualmente o novo ano com o relançamento dos policiais de sucesso de Anne Holt, com A Senhora Presidente. Para saber tudo sobre as nossas novidades espreitar aqui.
PS: Fique atento, Siga-nos...
A começar com o primeiro volume da série best-seller de Dean Koontz, Frankenstein. Arrancamos também numa maratona com o lançamento em Janeiro da série Conspiração 365, da australiana Gabrielle Lord, cujos volumes seguintes serão publicados ao ritmo de um por mês até Dezembro, num total de 12 livros. Estreamos igualmente o novo ano com o relançamento dos policiais de sucesso de Anne Holt, com A Senhora Presidente. Para saber tudo sobre as nossas novidades espreitar aqui.
PS: Fique atento, Siga-nos...
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
A todos os nossos Leitores um feliz Natal!
Para marcar o final deste ano, a Contraponto convida todos os visitantes do nosso blogue a participarem na sondagem destacada na coluna à direita, em que perguntamos aos nossos Leitores o que os levaram a adquirir os títulos da Contraponto durante o ano de 2010. Agradecemos desde já a vossa participação.
Aproveitamos para desejar a todos um feliz Natal, com os desejos de muitas e boas leituras para 2011.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Em Janeiro
Frankenstein – Livro 1 – O Filho Pródigo
Dean Koontz
Mais de 8 000 000 de exemplares vendidos em todo o mundo
Publicado em mais de 20 idiomas
Cerca de 200 anos depois de ter criado o seu monstro, Victor Frankenstein (agora conhecido como Victor Helios), instalou-se em Nova Orleães. As suas experiências e a sua investigação estão cada vez mais sofisticadas; já não tem de roubar cadáveres em cemitérios para construir as suas criaturas, e desenvolveu uma tecnologia que lhe permite escapar ao envelhecimento. O seu plano consiste em propagar por Nova Orleães espécimes da sua Nova Raça de criaturas perfeitas, destinadas a exterminar e a substituir os «imperfeitos» seres humanos.
A única criatura capaz de travar este plano diabólico é o misterioso Deucalião – o primeiro «monstro» criado por Frankenstein. Aparentemente imortal e indestrutível, Deucalião parece possuir também uma alma e uma consciência quase humanas. Mas será isso suficiente para impedir os planos do seu monstruoso criador?
Sobre o autor:
Com uma vasta obra (que inclui contos, romances, livros infantis e memórias, e percorre géneros como a fantasia, o terror e a ficção científica), publicada em mais de 40 idiomas e com mais de 450 000 000 de exemplares vendidos em todo o mundo, Dean Koontz é um dos autores de maior sucesso dos nossos dias.
.
Elogios:
«Dean Koontz tem um poder descritivo e um sentido de ritmo com que poucos escritores conseguem rivalizar.»
Los Angeles Times
«Os livros de Dean Koontz são irresistíveis e arrepiantes.»
The Washington Post Book World
«Dean Koontz tem o dom de fazer o bizarro e o terror parecerem tão quotidianos quanto o nascer do Sol. Um mestre do suspense.»
People
«Um mestre do drama psicológico»
USA Today
«Nenhum outro autor de best-sellers tem um estilo tão elegante como Dean Koontz. As suas personagens são memoráveis e a sua capacidade única de juntar o humor e o suspense é absolutamente cativante.»
Publishers Weekly
«Um verdadeiro fenómeno literário.»
Kirkus Reviews
«Dean Koontz tem a mestria de criar mundos vívidos e assustadoramente realistas.»
Booklist
Site do autor: http://www.deankoontz.com/
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Imprensa: Ninguém Viu
«A literatura policial sueca não cessa de surpreender a Europa e o Mundo, e este livro é já um sucesso por todo o lado. Passado numa aparentemente tranquila Ilha de Gotland, onde a temporada turística está ao rubro quando uma jovem rapariga e o seu cão aparecem brutalmente mutilados, lançando o caos na ilha. Com um ritmo e uma trama de grande eficácia, somos levados na leitura por um inspector rústico da província, pelas suspeitas de que o assassino pode ser o marido da jovem, até que uma colega dela aparece morta também e, aí, o caso explode numa correria que nos deixa colados às páginas até ao fim. Muito bom.»
GQ, Dezembro de 2010
GQ, Dezembro de 2010
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