
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Quem for ao site Bertrand e fizer a pré-reserva do novo livro de Federico Moccia, recebe de oferta o anterior, Quero-te Muito! Mas é só para as 20 primeiras encomendas!
http://www.bertrand.pt
quarta-feira, 3 de março de 2010

Jacqueline Susann

«Em 1963, enquanto recuperava de uma mastectomia total, aos 44 anos, Jacqueline Susann fez um pacto com Deus: “dá-me mais 10 anos de vida para eu me tornar uma autora de sucesso e eu depois morro em paz.”
Deus foi mais que generoso.
Nos onze anos que se seguiram, os seus três romances atingiram o primeiro lugar da lista de best-sellers do New York Times e o primeiro, Vale das Bonecas, de 1966, com mais de 30 milhões de exemplares vendidos, é considerado, a par da Bíblia, um dos livros mais amplamente distribuídos de todos os tempos.»
New York Times

«Jacqueline Susann parece um camionista travesti. Sem ofensa aos camionistas.»
Truman Capote
«Esta mulher não escreve, ela bate à máquina!»
Gore Vidal
Adaptado ao cinema e ao teatro

«Um livro décadas à frente do seu tempo... absolutamente hipnotizante. A combinação de fragilidade emocional com abuso de drogas é ainda mais chique hoje do que quando foi publicado pela primeira vez.»
The Village Voice
«Jackie compreendeu, quase instintivamente, que os leitores estavam prontos para o lado mais cru do sexo – tanto para histórias de amor de fazer chorar como para cenas de sexo oral.»
The New Yorker
«Jacqueline Susann conseguia escrever livros para os leitores, em vez de ser para intelectuais e críticos. Ela era diferente das escritoras feministas dos anos 60; tinha um glamour e uma capacidade de compaixão únicas. Apesar de estar há mais de 40 anos no mercado, Vale das Bonecas continua a ser um livro corajoso, arrojado, energético e, sim, feminista. Ler este livro é a experiência mais divertida que se pode ter sem receita médica.»
The Guardian
«Jacqueline Susann tem um dom natural para contar histórias. Os bons escritores kitsch nascem, não se fazem. E quando Jacqueline Susann escreve, o que produz é kitsch de primeira categoria! Para mais, é uma autora sincera. Um livro que vende tanto como Vale das Bonecas tem mais que bom marketing – e este livro tem muito mais. Para já, não se consegue parar de o ler. E, apesar do que se diz, não é um livro “indecente”.
As mulheres não querem ler pornografia. Nem querem ler nada muito técnico sobre sexo. O que as mulheres querem ler é sobre desejo. E Jacqueline Susann escrevia maravilhosamente sobre desejo. Desejo ardente. Desejo avassalador. Desejo de adolescente. As personagens dos livros de Jacqueline Susann estão sempre a rasgar as blusas ou a abrir as braguilhas. Toda a gente está sempre a desejar alguém.»
Nora Ephron
A história:
Anne...
Ingénua... doce... mas ambiciosa e cheia de vontade de viver! Chega a Nova Iorque, vinda de uma cidade provinciana conservadora, em busca da felicidade e do amor.
Apesar de estar noiva de um multimilionário, entrega o seu coração – e o seu corpo! - ao encantador e mulherengo Lyon Burke.
Mas quando Burke lhe pede que escolha entre o amor e a carreira, as consequências podem ser devastadoras... Será que algumas «bonecas» a poderão ajudar a viver com o coração partido?
Neely...
Um espírito rebelde. Orfã desde a mais tenra idade, só ambiciona uma coisa na vida – montes de dinheiro!
Quando, através de Anne, é introduzida no impiedoso mundo do showbusiness, não falta quem veja nela uma estrela em potência.
Mas estará Neely preparada para enfrentar os perigos do estrelato? Os impiedosos patrões dos estúdios de Hollywood fazem-na trabalhar sem parar. E sem a ajuda de algumas «bonecas», esta estrela não consegue brilhar...
Jennifer...
Com um corpo de fazer parar o trânsito, este imã sexual só deseja uma coisa – casar e assentar. Antes dos 25 já foi a amante lésbica sustentada de uma rica espanhola e mulher de um príncipe europeu depravado. Aos 25, já é uma divorciada acabada e com os primeiros sinais da idade a mostrar...
Quando consegue «caçar» um galã de Hollywood, percebe que a vida de casada não é nenhum paraíso. Se não fosse a sua amiga Neely a mostrar-lhe o conforto das «bonecas»...
Parece que em Dezembro o Sol se pôs e desde então nunca mais voltou a aparecer. Vemo-lo de vez em quando, espreitando timidamente por detrás de uma nuvem, mas logo desaparece e não tornamos a vislumbrá-lo tão cedo. Recolhemo-nos assim em casa, na tentativa de escapar à intempérie, onde temos como fiéis companheiros os livros, que nos transportam para outros lugares
Março assinala a chegada da Primavera. Depois de um Inverno tão rigoroso, o que nos reservará a estação das flores? Faça Sol ou faça chuva, o certo é que novidades não vão faltar.
Neste mês lançamos nada mais, nada menos que 4 obras de Ian Fleming. Bond. James Bond está de volta com capas que não deixarão ninguém indiferente!
Outro peso-pesado da literatura mundial de regresso aos escaparates portugueses é Marc Levy – o autor francês mais lido em todo o mundo – com A Próxima Vez. Last but not least, o autor-fenómeno de Itália está de regresso, com Desculpa, mas Vou Chamar-te Amor, um romance imperdível de Federico Moccia. Não se esqueça de espreitar todas as novidades que lhe apresentamos este mês, e de passar estas tardes de Inverno na companhia de um (ou dois!) dos nossos livros.

Quantum of Solace
A publicação dos contos de James Bond num único volume é a celebração definitiva do atraente e mortífero agente secreto 007. Quer esteja a fazer uma descoberta inesperada nas Bahamas, a caçar um assassino cubano em terreno selvagem, a derrubar um barão da droga internacional em Roma, na pista de um segredo mortífero nas Caraíbas ou a derrotar um assassino estranhamente sedutor em Berlim, missões perigosas e mulheres bonitas fazem parte do dia-a-dia de James Bond. E este agente é sempre um profissional competente.
Lançamento: 5 de MarçoVive e Deixa Morrer
Mr. Big – senhor do mundo do crime nova-iorquino, líder do culto vodu Viúva Negra e membro da SMERSH, a poderosa organização soviética – é um dos oponentes mais perigosos que Bond alguma vez enfrentou. Esta nova missão, quase suicida, vai levar 007 dos clubes duvidosos do Harlem às ilhas da Florida e ao luxuriante Caribe.
Bond volta a estar bem acompanhado por uma bela e misteriosa mulher, Solitaire, prisioneira de Mr. Big, que não a deixará escapar facilmente. O duelo final acontece na Jamaica’s Shark Bay, onde 007 terá de enfrentar os mortíferos dentes dos tubarões... se quiser capturar um peixe maior.

Lançamento: 26 de Março
Federico Moccia
Um delicioso romance sobre o poder do Amor.
Alex é um «rapaz» com quase trinta e sete anos e acabou há pouco tempo uma relação de longa data. Tem três grandes amigos, Enrico, Flávio e Pietro, que são casados. Alex ocupa um cargo importante na área da publicidade, mas um jovem oportunista contratado recentemente pela sua empresa põe em risco o seu emprego.
Certa manhã, Niki e Alex têm um encontro, ou melhor, um desencontro – um desencontro que vai mudar tudo.
Esta linda história de amor reflecte a vontade de reencontrar a liberdade e o desejo de nutrir sentimentos verdadeiros, de amar sem regras nem porquês. Retrata o quotidiano, mas também o sonho, a fuga mais bela, mais louca, mais inesperada: uma fuga de amor. E, depois, aquele farol…
Enfim, é um mergulho onde o mar é mais azul!
Sobre o autor:
Federico Moccia nasceu em Roma, em 1963. Trabalha como cenógrafo em cinema e como argumentista em televisão. É autor de vários livros, já traduzidos em doze línguas e todos eles grandes best-sellers entre os leitores jovens de todo o mundo.
Moccia combina um estilo rápido, ligeiro e coloquial com uma descrição de situações muito próxima da elaboração de um guião cinematográfico, o que dota a sua escrita de uma grande fluidez. As frequentes alusões a referências culturais, sem descurar a intensidade dos sentimentos e as atitudes rebeldes que caracterizam a adolescência, são os seus trunfos para captar a atenção dos leitores.
http://www.federicomoccia.it/
Críticas de imprensa:
«Moccia possui uma técnica narrativa impecável. Além disso, consegue fotografar de uma maneira nítida a sociedade actual.»
Secolo d'Italia
«Federico Moccia é um fenómeno literário.»
El País
ISBN: 978-989-666-032-1; 552 pág.; € 19,95
Jonathan é um especialista em arte com uma paixão inexplicável pela obra do pintor russo Vladimir Radskin. Quando, nas vésperas do seu casamento, lhe chega a notícia de que uma galeria em Londres tem em sua posse cinco quadros do pintor – entre eles, possivelmente, a sua mítica última obra, A Jovem de Vestido Vermelho, misteriosamente desaparecida em 1868 –, Jonathan não hesita em partir.
Ao chegar a Londres, encontra Clara, a dona da galeria, e é acometido por uma forte sensação de déjà vu: certamente já viu aquele rosto, já ouviu aquela voz. Mas onde, e quando? Será que entre eles há algo mais em comum do que uma paixão por pintura?
A sua busca leva-os da galeria em Picadilly Circus a uma loja de tintas em Florença, de um laboratório no Louvre a uma misteriosa mansão em Inglaterra. Quanto mais Jonathan e Clara descobrem acerca da última obra de Radskin, mais descobrem acerca de si próprios: três vidas muito diferentes, três destinos entrelaçados, presos numa corrida contra o tempo...
Sobre o autor:
Marc Levy é o autor de língua francesa mais lido em todo o mundo: os seus livros contam já com mais de 17 milhões de exemplares vendidos em mais de 41 países. Mas este autor não é só um favorito entre os leitores como também a crítica tem reconhecido o seu talento excepcional como contador de histórias originais, provocantes e sempre comoventes.
Nasceu em Boulogne Bilancourt, em 1961. Aos 18 anos, juntou-se à Cruz Vermelha Francesa, instituição com a qual colaborou durante seis anos. Paralelamente, formou-se em Gestão e Informática na Université Paris-Dauphine. Em 1983, fundou uma empresa especializada em design e informática, com projectos em França e nos EUA. Mais tarde, viria a dedicar-se ao design de interiores, fundando outra firma em Paris.
Aos 37 anos de idade, Marc Levy escreveu o seu primeiro romance. E Se Fosse Verdade… começou por ser uma história destinada ao homem que o seu filho viria a ser. Encorajado pela irmã, enviou o manuscrito a uma editora, que aceitou publicá-lo. O sucesso fez-se sentir imediatamente e, desde então, os seus romances são presença constante nas listas de best-sellers. Marc Levy tem-se dedicado inteiramente à escrita e dois dos seus romances foram já adaptados com grande sucesso ao cinema.
ISBN: 978-989-666-059-8; 232 pág.; 15 × 23; € 16,50
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
«Há muito que Assuntos Domésticos estava na minha wishlist, mas só agora pude lê-lo e, confesso, fiquei arrebatada. Bem sei que o ano ainda agora começou, mas este livro fará, sem dúvida, parte do meu top 10 de 2010. Assuntos Domésticos corresponde a todas e quaisquer expectativas que se possam criar. O meu medo é não conseguir transmitir-vos quão bom (e bonito) é.A trama da obra está dividida em duas grandes histórias, separadas temporalmente, mas que se complementam. A narrativa começa em 1982, em Greenhaven, Geórgia, fase em que a autora lança as bases para a história central, que decorre na cidade de Nova Iorque, nos dias de hoje. No centro da acção encontram-se os Meriwhether, a governanta da família e a sua filha. Uma má decisão da governanta lança o caos na vida de cada um dos personagens e destroça a amizade que unia as crianças Lila e Vaugh Meriwhether e Abigail.
Este livro é um verdadeiro exemplo de que, como o povo diz, “a vingança se serve fria”, mas nem sempre é saborosa. Depois de vários anos de afastamento, e perante alguns revezes sócio-familiares, os caminhos de Lila e Abigail voltam a cruzar-se. O reencontro é uma importante peça na acção, mas são as decisões (e motivos) do passado que, pela pena de Eileen Goudge, nos mantêm interessados e apaixonam. A cada página, o leitor é confrontado com uma amálgama de sentimentos desde medo, dor, rancor, pena a amor, amizade, força e esperança. Acresce a tudo isto, alguns acontecimentos surpreendentes e inesperados. Nada é o que parece ser, e a leitura torna-se viciante…
A obra de Eileen Goudge é para continuar a seguir, sem dúvida. A autora demonstra um dom para a escrita, não só pela forma realista e viva como descreve, mas também pelo cuidado e destemor que revela ao explorar as personagens, em todos os sentidos. Marcada por um conjunto de estórias paralelas, que nos levam a viajar entre o passado e o presente, entre os Estados Unidos e o México, a trama mantém, sempre, um fio condutor que nos leva à acção central. O ritmo enérgico da escrita da autora acaba por contagiar o leitor, levando-o a ler a obra de um fôlego. Pessoalmente, senti-me várias vezes tentada a espreitar as páginas seguintes, tal era a curiosidade em saber como cada situação era resolvida/enfrentada. Simplesmente adorei! – Cristina
9/10 — Excelente»
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Nomeações, amor e festa
Fevereiro é o mês dos namorados, do Carnaval e... das nomeações para os Óscares. Este ano a Contraponto está especialmente interessada neste grande evento do cinema, pois um dos favoritos é o filme Sacanas Sem Lei, de Quentin Tarantino, cujo argumento publicámos em Portugal, em Agosto de 2009. A nomeação de Christoph Waltz para melhor actor secundário é praticamente certa, bem como o Óscar. Falta saber se é desta que Quentin Tarantino alcança a glória com o seu maravilhoso argumento original e como realizador.
Com a primeira ponte do ano a aproximar-se, chega também a primeira oportunidade, após o Natal, de fazer uma pausa e relaxar... Ou não! Para os que gostam de gozar o Carnaval, não há melhor oportunidade do que esta para experimentar aquela fantasia que sempre quis e entrar na pele de uma personagem ou personalidade pela qual tenha uma curiosidade especial. Quem sabe não se mascara de um aniquilador de nazis, como Aldo Raine, personagem de Brad Pitt em Sacanas Sem Lei?
Este mês lançamos um dos autores revelação da literatura israelita, Ron Leshem, com o livro Se Houver Um Paraíso, considerado «arrebatador» e um «belíssimo romance» pela crítica internacional.
Conheça já de seguida todas as novidades que temos para este mês!
«Uma estreia formidável!»
Série Wings
.
Laurel voltou a virar-se de frente para o espelho, de olhos fixos nas pétalas que pairavam no ar junto à sua cabeça. Quase pareciam asas.»
Nesta extraordinária história de magia e intriga, romance e perigo, tudo o que pensava saber sobre fadas mudará para sempre!
- Direitos de adaptação ao cinema adquiridos pela Disney -
- Best-seller do New York Times -
- Nomeações da American Library Association para Melhor Livro para Jovens Adultos de 2009, do Romantic Times para Melhor Livro para Jovens Adultos 2009, e do Cybils Awards para melhor livro de fantasia/ficção-científica -
- Traduzido para 19 idiomas -

Se Houver Um ParaísoRon Leshem
Um dos Autores-revelação da Literatura Israelita Contemporânea
Vencedor do Prémio Sapir
«Com um ritmo maravilhoso, frases comparáveis a disparos de metralhadoras, uma profusão de cor e calão, Se Houver Um Paraíso é um belíssimo romance.»
Le Fígaro
«Erez Libreti é pouco mais velho que os 13 adolescentes que comanda nas Forças de Defesa de Israel. Tornou-se tenente e a sua função é liderar – e manter vivos – os seus jovens soldados quando são destacados para o monte mais alto do Sul do Líbano, um antigo forte de cruzados chamado Beaufort. É o sítio mais belo que Erez já viu, mas também o mais fatal. A sua missão é impedir ataques terroristas ao Norte de Israel, o que significa estar de guarda sob bombardeamentos quase constantes do Hezbolah. Estamos em 1999 e as Forças de Defesa de Israel ocupam Beaufort desde 1982. Narrado através de um monólogo interior, este cativante romance de estreia descreve a vida de um grupo de adolescentes que se têm de transformar em soldados duros e prontos para a batalha. Também descreve um país cada vez mais cansado de guerras sem fim e desgastado pelas divergências entre pacifistas e militaristas e entre seculares e ortodoxos. Um romance trágico, engraçado, mordaz, cheio de raiva, chocante e comovente. A não perder.»
Booklist
Sobre o autor:
Ron Leshem nasceu em Ramat Gan, perto de Tel Aviv, em 1976. Foi editor do jornal Maariv e presentemente é director de programação do principal canal de televisão comercial em Israel. Se Houver Um Paraíso é o seu primeiro romance. Foi consagrado com o maior galardão literário de Israel, o prémio Sapir, e tornou-se um best-seller publicado por toda a Europa e nos EUA.
Crítica de imprensa:
«Se Houver Um Paraíso: um título cheio de ternura, romance e encanto, mas enganador… Está longe de ser pastoral. Este livro apanha-nos de surpresa.»
Le Monde
ISBN: 978-989-666-017-8; 296 pág.; € 19,00

Num Inverno frio em Oslo, algumas celebridades aparecem mortas nas mais macabras posições: a apresentadora de um programa de entrevistas é encontrada com a língua cortada, uma dirigente política é crucificada com um exemplar do Alcorão introduzido no seu corpo e um crítico literário é descoberto com uma caneta cravada no seu olho. Parece que o assassino procura uma espécie de vingança, mas de quê?
O casal Adam Stubø e Johanne Vik, ocupado a cuidar da filha recém-nascida, vê-se relutantemente envolvido na investigação. Embora seja Stubø a conduzir o inquérito, é Johanne quem se recorda de um padrão perturbador que remonta ao tempo em que esteve no FBI, uma época que fez por esquecer.
Enquanto tenta descobrir se a polícia norueguesa está perante um anjo vingador ou um simples imitador, o tempo vai-se esgotando e, de repente, Johanne apercebe-se de que ela e Adam podem ser as próximas vítimas do assassino…
Sobre a autora:
Anne Holt nasceu na Noruega e passou a sua infância entre o seu país natal e os Estados Unidos da América; hoje em dia vive em Oslo. É a autora escandinava de livros policiais de maior sucesso. As suas obras já venderam mais de cinco milhões de cópias e ocupam os primeiros lugares das listas de best-sellers internacionais. Alguns dos seus livros deram origem a séries de televisão e filmes. Foi distinguida com o Prémio Riverton (o mais prestigiado para a literatura policial da Noruega), o Prémio Booksellers (o prémio literário com maior destaque da Noruega) e o Prémio Cappelen.
Crítica de imprensa:
«O trabalho de Anne Holt é racional, complexo e extremamente gratificante.»
Kirkus Reviews
ISBN: 978-989-666-060-4; 276 pág.; € 17,00

Lançamento: 5 de Fevereiro
Margo, Laura e Kate cresceram juntas no luxuoso ambiente da Casa Templeton, ouvindo a trágica história de Seraphina e do seu misterioso dote. Chega a altura de cada uma seguir o seu rumo e realizar os seus sonhos, mas, apesar da distância, a Casa Templeton será sempre o seu porto de abrigo e os laços que as unem são inquebráveis.
Laura sempre teve todo o conforto e segurança material que a família Templeton lhe podia proporcionar. Porém, chega o dia em que vê desmoronar o sonho da sua vida: o seu casamento é destruído pela infidelidade do marido e pela certeza do mero interesse deste no seu património.
Perante a sua nova situação familiar, Laura sente-se constrangida devido ao estigma da «mulher enganada, com duas filhas para criar». Além disso, não quer depender da fortuna da família para retomar o seu caminho. É a amizade de Margo e Kate, as suas irmãs do coração, que irá ajudá-la a revelar a mulher independente que existe dentro de si.
Um Sonho de Esperança é o último romance da envolvente Trilogia dos Sonhos.
Sobre a autora:
Nora Roberts é uma reconhecida autora desde que começou a escrever as suas primeiras histórias em 1979.
Considerada uma das melhores romancistas do mundo, sabe combinar na perfeição amor, intriga e mistério nas suas obras. Recebeu vários prémios RITA (Romance Writers of America) e é membro do Mistery Writers of America e do Crime League of America.
Os seus inúmeros romances estão traduzidos em diversos idiomas e muitos deles deram já origem a filmes. Com cerca de 160 livros na lista dos mais vendidos do New York Times até à data, Nora Roberts é indiscutivelmente a escritora de ficção feminina mais célebre e aclamada dos dias de hoje.
Actualmente vive em Maryland com o seu marido.
http://www.noraroberts.com/
Crítica de imprensa:
«Uma escritora em harmonia com o entretenimento.»
USA Today
«Incomparável.»
Romantic Times
«Dificilmente um editor encontrará uma autora com um estilo mais eclético ou com uma imaginação mais fértil do que Nora Roberts.»
Publishers Weekly
ISBN: 978-989-666-061-1; 296 pág.; € 16,90


